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Luiz Daniel Moura bate recorde pessoal duas vezes e fica em quarto nos 200m medley em Dakar 2026

Porta-bandeira na Cerimônia de Abertura, nadador paraense teve o melhor resultado brasileiro do dia nos Jogos Olímpicos da Juventude; vôlei de praia também terminou em quarto lugar

Por Comitê Olímpico do Brasil

4 de nov, 2026 às 14:09 | 2 minutos de leitura

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Wander Roberto/COB

Luiz Daniel Moura teve o melhor resultado brasileiro nesta quarta-feira, dia 04 de novembro, nos Jogos Olímpicos da Juventude Dakar 2026. Um dos atletas porta-bandeiras do Brasil na Cerimônia de Abertura, o nadador paraense bateu seu recorde pessoal por duas vezes e terminou em quarto lugar nos 200m medley masculino, completando a prova em 2:05.70. 

“Eu gostei muito da minha prova. Consegui baixar mais de um segundo do melhor tempo da vida”, disse o nadador de 18 anos, após a eliminatória, quando fez 2:05.90, se classificando com o segundo melhor tempo em sua estreia no Centro Aquático de Dakar. Seu recorde anterior era 2:06.82, feito no Campeonato Brasileiro Interclubes, em dezembro do ano passado. Ele ainda competirá na sexta-feira, dia 06 de novembro, nos 200m borboleta.
 

Ainda na natação, Ana Júlia Aguiar Amaral, responsável pela primeira medalha do Time Brasil em Dakar 2026, terminou em sexto lugar nos 50m borboleta. Ela completou a prova em 27.91, a apenas 42 centésimos do pódio. A paulista de 17 anos completa sua participação na sexta-feira, na prova dos 200m borboleta, distância na qual foi a campeã brasileira em 2025. 

Vôlei de praia brasileiro também termina em quarto lugar

Completando a participação nacional neste quarto dia de competições, o Time Brasil  conquistou um outro quarto lugar hoje, em Saly Beach West. Bruno Fellipe e Gabriel disputaram nesta quarta-feira a medalha de bronze, mas terminaram sua campanha em quarto lugar. Eles perderam para os australianos Thomas Turner e Ryan Edgar por 2 a 0, parciais de 21 a 8 e 21 a 16.

“Jogamos bem, mas faltou um pouco mais de concentração e, talvez, um pouco mais de vontade. Chegamos às semifinais, fizemos um torneio incrível. Não existem partidas fáceis aqui. Conseguimos jogar muito bem, chegar até aqui, disputar o bronze; fomos até o fim”, disse Gabriel, que volta para casa com novas experiências adquiridas nos Jogos Olímpicos da Juventude.


"Levamos muito aprendizado para casa, ao enfrentar outros países contra os quais, às vezes, não temos a oportunidade de jogar lá no Brasil. São partidas diferentes, estilos de jogo diferentes, e aproveitamos ao máximo para aprender e nos divertir.”
 

Bruno Fellipe também sai com um retrospecto positivo de Dakar. "Estou feliz por ter chegado até aqui, por ter jogado — não muito bem hoje, mas joguei. Sinto-me feliz tanto na derrota quanto na vitória; estarei sempre feliz”, comentou o jogador.

 

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